terça-feira, 3 de maio de 2011

Resenha: CloudGauge: A Dynamic Cloud and Virtualization Benchmarking Suite

Segue a resenha de outro artigo que li. Deixo claro que é apenas minha opinião!


Identificação (título, autores, veículo e data de publicação)
CloudGauge: A Dynamic Cloud and Virtualization Benchmarking Suite
El-Refaey, M. & Rizkaa, M.
Enabling Technologies: Infrastructures for Collaborative Enterprises (WETICE), 2010 19th IEEE International Workshop on, 2010, 66 -75
Problema
Necessidade de aplicação de benchmarks e análise de desempenho para ambientes virtualizados, que possuem uma dinâmica diferente de ambientes que não utilizam virtualização
Trabalhos relacionados
Casazza, J.P., Greenfield, M., Shi, K.: Redefining server performance characterization for virtualization benchmarking. Intel Technology Journal 10(3) (2006)243–251 – descreve requisitos que um benchmark para máquinas virtuais deve atender, como o vConsolidate
Paul Barham, Boris Dragovic, Keir Fraser, Steven Hand, Tim Harris, Alex Ho, Rolf Neugebauer†, Ian Pratt, Andrew Warfield: Xen and the art of virtualization. In: SOSP ’03: Proceedings of the 19th ACM Symposium on Operating Systems Principles, New York, NY, USA, ACM (2003) 164–177 – um estudo sobre o impacto do overhead de máquinas virtuais em uma variedade de cargas
Muli Ben-Yehuda, Amit Shah, Balaji Rao, Todd Deshane, Zachary Shepherd,Jeanna N. Matthews: Quantitative comparison of Xen and KVM. In: Xen Summit 2008 – um estudo sobre o impacto do overhead de máquinas virtuais em uma variedade de cargas
Hai Jin, Wenzhi Cao, Pingpeng Yuan, Xia Xie.:VSCBenchmark: benchmark for dynamic server performance of virtualization technology . In: Proceedings of the 1st international forum on Next-generation multicore/manycore technologies (2008), Cairo, Egypt – apresenta o benchmark VSCBenchmark que analisa o desempenho de servidores e máquinas virtuais com cargas variadas
VMmark: A Scalable Benchmark for Virtualized Systems.Technical Report VMware-TR-2006-002 September 25, 2006 http://www.vmware.com/pdf/vmmark_intro.pdf - apresenta o benchmark VMark, que executa várias cargas de trabalho simultaneamente em máquinas virtuais
Solução proposta (metodologia e resultados)
Cloudgauge – benchmark customizável e configurável para auxiliar na avaliação de desempenho no contexto de ambientes de computação em nuvem
Instalação e configuração do benchmark, utilização de diferentes ferramentas para povoar a base de dados e coletar métricas. Foram realizados testes em três configurações: nativa, virtualizada e host com máquina virtual.
Conclusão
CloudGauge provê um mecanismo de medição um ambiente virtualizado. Foram coletadas informações de utilização da CPU, carga média e utilização da memória. Os sistemas. Pelos resultados é possível investigar como customizar um ambiente virtualizado para uma aplicação.
Pontos fortes
Requisitos para benchmarks para VM
Trabalhos relacionados
Há resultados variados visualizados em gráficos
Uma boa revisão bibliográfica sobre benchmarks
Descrição detalhada da arquitetura
Composto por bibliotecas e frameworks livres.
Pontos fracos
Não foi descrito o testbed para todas as configurações
Não há nenhuma imagem do benchmark, ou dos resultados na forma de relatório
Há referências a figuras que não existem e figuras sem referência
Os resultados das medidas não foram bem explicados, nem comparados
Trabalhos futuros
Medir outros hypervisors (camada que é fornecida para a virtualização de plataforma) e sistemas baseados em computação em nuvem. Aplicar em testbeds de alta escala como OpenCirrus, PlanetLab e Emulab, ou em ambientes de produção. Integrar com o Faban como um gerador de carga.

Resenha: Malstone: towards a benchmark for analytics on large data clouds

Segue a resenha de um artigo que li. Deixo claro que é apenas minha opinião!

Identificação (título, autores, veículo e data de publicação)
Malstone: towards a benchmark for analytics on large data clouds
Bennett, C.; Grossman, R. L.; Locke, D.; Seidman, J. & Vejcik, S.
Proceedings of the 16th ACM SIGKDD international conference on Knowledge discovery and data mining, ACM, 2010, 145-152
Problema
Benchmarks projetados para medir o desempenho de aplicações de mineração de dados em ambientes de computação em nuvens, avaliar a escalabilidade de diferentes arquiteturas de banco de dados e volume de dados
Trabalhos relacionados
J. Gray. Sort benchmark home page. http://research.microsoft.com/barc/SortBenchmark/, 2008. – Apresenta o benchmark TeraSort, que utiliza 10 bilhões de registros de 100 bytes para as operações.
W. Sobel, S. Subramanyam, A. Sucharitakul, J. Nguyen, H. Wong, A. Klepchukov, S. Patil, A. Fox, and D. Patterson. Cloudstone: Multi-platform, multi-language benchmark and measurement tools for web 2.0. In Proceedings of Cloud Computing and its Applications 2008, 2008. – apresenta o benchmark CloudStone, que analisa aplicações da web 2.0
C.-T. Chu, S. K. Kim, Y.-A. Lin, Y. Yu, G. Bradski, A. Y. Ng, and K. Olukotun. Map-Reduce for machine learning on multicore. In NIPS, volume 19, 2007. – realize um estudo de mineração de dados com computação em nuvem e computação intensiva de dados
J. Dean and S. Ghemawat. MapReduce: Simplifed data processing on large clusters. Communications of the ACM, 51(1):107{113, 2008. – Apresenta um estudo sobre operações de MapReduce
N. Provos, D. McNamee, P. Mavrommatis, K. Wang, and N. Modadugu. The ghost in the browser: Analysis of web-based malware. In HotBot '07, 2007. – descreve um sistema que utiliza MapReduce para detecção de malwares
Solução proposta (metodologia e resultados)
O benchmark Malstone e o gerador de carga Malgen, que em conjunto calculam métricas e cargas sobre um ambiente
Malstone – computa a métrica SPM (proporção de marcações) como sendo a quantidade de entidades marcadas dividido pela quantidade de entidades.
Malgen – gerador de logs para todos os nós do cluster, utilizando leis de distribuição, em larga escala
Conclusão
Não há benchmarks para medir desempenho em CC que suporte mineração de dados em grandes conjuntos de dados, e existem poucos geradores de dados. Para isso foi construído o MalStone e o MalGen. Nos experimentos foi identificado que há muita diferença entre middlewares de CC projetados para suportar mineração de dados em grandes conjuntos de dados.
Pontos fortes
A utilização de um exemplo motivacional, disponíveis na internet e bom para quem for trabalhar com BD em CC
Pontos fracos
Figuras e tabelas desorganizadas. Há referências muito longe da figura ou tabela. Além disso poderiam ter um visual melhor. Modelo um pouco confuso de se entender
Trabalhos futuros
Não há.

XXVI SBBD (Simpósio Brasileiro de Banco de Dados)

Ocorrerá em Florianópolis, Santa Catarina, o XXVI SBBD (Simpósio Brasileiro de Banco de Dados), de 3 a 6 de outubro de 2011.

Promovido anualmente pela Comissão Especial de Banco de Dados da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), o Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) reúne pesquisadores, estudantes e profissionais do Brasil e do exterior, que apresentam e discutem temas relacionados aos últimos avanços da área. Tradicionalmente, o SBBD tem reunido em torno de 500 participantes e é o maior evento na América Latina para a apresentação e discussão de resultados de pesquisa relacionados à área de banco de dados. Em edições passadas foi organizado em cooperação com o ACM SIGMOD e parcialmente patrocinado pelo VLDB Endownment.

Além de sessões técnicas e tutoriais, o simpósio também inclui tutoriais e palestras convidadas apresentadas por pesquisadores de renome da comunidade nacional e internacional. As edições anteriores se destacam pela excelência dos artigos apresentados, workshops realizados, palestras e tutoriais proferidos por pesquisadores de renome internacional.

Desde a 25th edição, em 2010, o SBBD traz uma novidade: a publicação de artigos completos foi integrada à publicação do JIDM (Journal of Information and Data Management), o novo periódico da SBC. Especificamente, todos os artigos completos foram publicados na edição de Outubro de 2010 do JIDM e o processo de revisão do SBBD foi integrado ao processo de revisão do periódico.

Neste ano, em sua 26th edição, o SBBD traz mais uma novidade: artigos resumidos, aceitos para apresentação, serão convidados a uma nova submissão, em uma versão estendida em Inglês, com uma nova revisão e serão publicados em uma edição especial de Fevereiro de 2012 do JIDM.

Overview
SBBD is the official database event of the Brazilian Computer Society (SBC). It is the largest venue in Latin America for presenting and discussing of research results in the database domain as well in other related areas such as information retrieval, digital libraries, knowledge discovery and data mining. In its 26th edition, the symposium will be held in the city of Florianópolis, Santa Catarina, on October 03-06, 2011. SBBD aggregates researchers, students and practitioners, from Brazil and abroad, for presenting and discussing recent research results related to the main topics in modern database technologies.

Traditionally, SBBD gathers nearly 500 attendees. Besides the technical sessions, the symposium also includes invited talks and tutorials given by distinguished speakers from the international research community.  Additionally, SBBD comprises a Thesis Workshop, a Demos Session, a Poster Session and several workshops co-organized with other co-located events. This year, the co-located event will be 17th Brazilian Symposium on Multimedia and the Web - WebMedia.

Topics of Interest

SBBD 2011 will be organized into four tracks. The topics of interest for each track are listed below, but the submissions are not strictly limited to them.

(1) Core Database Foundations and Technology

Track coordinator: Vanessa Braganholo - UFF

Active Databases
Access methods and indexing
Authorization, Privacy and Security
Concurrency Control and Recovery
Database Design
Mobile Data
Multidimensional and Temporal Databases
Multimedia Databases
Peer to peer, Parallel and Distributed Databases
Performance and Benchmarking
Query Languages and User Interfaces
Query Processing and Optimization
Scientific and Statistical Databases
Self-managed and Autonomic Databases
Spatial Databases and Geographical Information Systems
Stream-based processing and Sensor Databases
Workflow applications and databases
Applications and experiences using database technology

(2) Knowledge Modeling and Management

Track coordinator: Giancalo Gizzardi - UFES

Knowledge bases
Information Integration and Interoperability
Data semantics
Knowledge modeling
Ontologies
Object orientation and databases
Data management platforms and mediators
Business processes

(3) Information and Data Management

Track coordinator: Marcos Gonçalves - UFMG

Semi-structured data and XML
Textual data
Web data
Digital libraries
Collecting, extracting, and indexing
Information retrieval models and techniques
Data services for the Web
Applications in digital libraries and document management, among others

(4) Knowledge Discovery in Databases

Track coordinator: Alexandre Plastino - UFF

Foundations of data mining
Algorithms and techniques for data mining
Parallel and distributed algorithms for data mining
Complexity, efficiency and scalability of data mining algorithms
Pre and post processing of data and mined patterns
Privacy and security in data mining algorithms
Applications of data mining
Data warehousing
Data visualization

domingo, 1 de maio de 2011

Máquina de "Reciclar" Podas de Árvores

Não tem muito a ver com o blog, mas achei interessante destacar.
Estava eu no meu apartamento quando comecei a ouvir um barulho estranho vindo da rua.
Fui olhar e me admirei com a origem do barulho: um caminhão da Coelce (companhia de distribuição de energia elétrica no Ceará) podando árvores da rua.
Mas o que tem de interessante nisso??
Aí é que está o cerne da questão: o caminhão possuía uma espécie de caçamba com uma trituradora.
Os funcionários cortavam as árvores, seja folhas, seja galhos, e jogavam dentro dessa trituradora e saía do outro lado tudo "mastigado".
Achei superinteressante, pois para quem já solicitou um serviço de poda de árvores, ou mesmo para cortar uma árvore com cupim, sabe que é problema seu limpar tudo.
Outro lado interessante é o fato que o material triturado é totalmente reciclável! Serve como adubo, serragem, serve para contruir àquelas placas para proteger e delimitar construções. Ou seja, uma forma de "reciclar" o que seria simplesmente jogado fora.
Enfim, uma atitude boa e que se todos imaginarem, muitas coisas que fazemos poderiam ser realizadas de uma maneira sustentável.

O site da Coelce é: https://www.coelce.com.br/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

XVI Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços (WGRS 2011)

XVI Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços (WGRS 2011)

30 de maio de 2011, Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Em conjunto com o XXIX  Simpósio Brasileiro de Redes Computadores e Sistemas Distribuídos (SBRC 2011)

Objetivos
O Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços (WGRS) é um evento promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e tem como objetivo prover um espaço para a apresentação de pesquisas e atividades relevantes na área de gerenciamento e operação de redes e serviços. Dessa forma, o evento contribui para a integração da comunidade brasileira de pesquisadores e profissionais atuantes nessa área. Além disso, o WGRS também atua como um fórum para a apresentação e discussão de soluções utilizadas por provedores e usuários de sistemas de gerenciamento de redes.

O XVI Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços (WGRS 2011) será realizado durante o XXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores (SBRC 2011), o qual ocorrerá na semana de 30 de maio a 03 de junho de 2011 em Campo Grande, MS.

Tópicos de Interesse

Os autores são convidados a submeter trabalhos de pesquisa, resultados experimentais e desenvolvimentos que incluam tópicos da lista a seguir, a qual não é exaustiva:
  • Aprovisionamento de redes e planejamento de capacidade
  • Arquiteturas de gerenciamento
  • Auto-gerenciamento e auto-configuração
  • Contabilização e bilhetagem
  • Desempenho e qualidade de serviço
  • Gerenciamento autônomo de redes e serviços
  • Gerenciamento baseado em políticas
  • Gerenciamento baseado em web services e peer-to-peer
  • Gerenciamento de computação na nuvem e grades computacionais
  • Gerenciamento de mobilidade
  • Gerenciamento de redes móveis, sem fio e de sensores
  • Gerenciamento de redes ópticas
  • Gerenciamento de serviços e aplicações
  • Gerenciamento distribuído
  • Gerenciamento de infra-estrutura de TI
  • Modelagem de informação de gerenciamento
  • Monitoração e métodos baseados em metrologia de redes
  • Plataformas de gerenciamento
  • Virtualização, redes sobrepostas e topologias virtuais
  • Segurança, privacidade e isolamento
  • Tratamento de eventos e falhas

I Workshop on Autonomic Distributed Systems (WoSIDA 2011)

May 30th, Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Co-located with the 29th Brazilian Symposium on Computer Networks and Distributed Systems (SBRC 2011)

Overview

Advances in network and computing technologies are resulting in increasingly complex distributed systems and applications that are hard to manage, especially when the related services are required to be scalable, secure, and continuously available. Adapting at run time is required to cope with challenges such as resource variability, changing user requirements, and system intrusions or faults. As a consequence, these systems need the ability to be self-manageable, continually reconfiguring and tuning themselves to attain certain goals while keeping its complexity hidden from the users. Therefore, the study of such self-managing systems has received a great deal of attention in many computing areas, among others, robotics, software engineering, network management, automation and control systems, fault-tolerant and dependable computing, and biological computing. Among the efforts to study and understand self-manageable systems, the autonomic computing paradigm, inspired by the human autonomic nervous system, is being adopted by many for the design of systems and applications that must work in accordance with high-level guidance from humans, and are characterized by the so-called self-* properties (such as self-configuration, self-healing, self-optimization, self-protection, etc.). This workshop aims at bringing together researchers and practitioners from the distributed systems community to discuss the fundamental principles, state of the art, and critical challenges of self-managing or autonomic distributed systems. The workshop not only focuses on distributed system models and algorithms, but also on the related software engineering aspects, tools, and technologies, that can be used to support self-managing behavior in distributed systems.

Topics of Interest

The topics of interest include, but are not limited to:
  • distributed system models and algorithms for autonomic distributed systems;
  • programming, design, middleware and language support for autonomic distributed systems;
  • modeling and analysis of autonomic distributed systems;
  • verification and validation of autonomic distributed systems;
  • dependability aspects of autonomic distributed systems;
  • self-organizing aspects as a support to autonomic behavior in Grids, P2P systems, and sensor networks;
  • bio-inspired algorithms and techniques for autonomic distributed systems; and
  • autonomic networking. 

Nuvem do Google

RIO - Num mundo conectado, as empresas precisam levar seus negócios para dentro da rede o mais rápido possível. E a Google está mais do que concentrada nesse assunto. Tanto que Amit Singh, vice-presidente mundial de vendas e desenvolvimento de negócios da gigante das buscas, disse ao GLOBO nesta quarta-feira, no Rio, que em breve a empresa vai lançar oficialmente seu notebook com o sistema Chrome OS. Ele reúne os programas do Google Apps num esquema baseado no desenho do browser Chrome e está num programa-piloto.
- Ainda não temos uma data, mas será muito em breve. E chegará para os usuários também. Vários clientes já estão testando o aparelho - disse Singh. - Já são 30 milhões de empresas usando o Google Apps, e a "nuvem" da internet é parte fundamental para baratear o custo dos negócios, enquanto assegura forte capacidade de processamento para aplicativos complexos.
Questionado sobre possíveis riscos de segurança com os aplicativos todos inseridos na nuvem - veja-se a rede do PlayStation fora do ar -, Singh explica que a nuvem do Google é diferente.
- Nossa segurança é maior, porque, em vez de botar os aplicativos em servidores, nós os picotamos em mil pedacinhos, numa espécie de sistema criptográfico - explica. - O aplicativo ou arquivo só fica disponível na hora em que o usuário o solicita. Assim, fica bem mais difícil violar os dados. E a rede é global, então eles podem ser reunidos a partir de qualquer lugar, caso haja algum problema.
A própria Google combina sua nuvem com o sistema móvel Android para alimentar aplicativos com algoritmos complicados como a busca na internet acionada por voz.
No evento Global Convergence Forum, da Accenture, uma demo do aplicativo reconheceu automaticamente uma imagem do Copacabana Palace capturada de um recorte de papel e exibiu informações sobre o hotel. Em seguida, capturou de um jornal um jogo de sudoku e o resolveu automaticamente.
Sob nova direção: o estilo de Larry Page como CEO
Singh também comentou que Larry Page, cofundador do Google que reassumiu a empresa no lugar de Eric Schmidt, está imprimindo um novo estilo à empresa.
- Schmidt veio do mundo corporativo, e trouxe sua expertise nesse sentido. Já Larry é extremamente concentrado no usuário, e quer ver um Google mais social e mais veloz nas mudanças - diz Singh. - E temos mesmo que ir muito mais rápido. A ideia é que recuperemos o ímpeto empreendedor de uma startup. Não por acaso, estamos sempre experimentando novas formas de lidar com dados.
Um computador no trabalho hoje engole US$ 5 mil por ano em manutenção, com atualizações, segurança wireless, pessoal extra, patches. A nuvem acaba com isso
O executivo - cuja app Google favorita é o Docs, devido à possibilidade de colaboração on-line - diz que a nuvem reduz dramaticamente os custos de manutenção de hardware para as empresas.
- Com um recurso como a App Engine, que permite criar aplicativos para a internet, as companhias podem se centrar no que fazem melhor. Um computador no trabalho hoje engole US$ 5 mil por ano em manutenção, com atualizações, segurança wireless, pessoal extra, patches... A nuvem acaba com isso - diz.
E a mobilidade é parte fundamental dessa equação, pois, segundo Singh, nove em cada dez buscas num smartphone resultam numa ação concreta por parte do usuário final. E a nuvem precisa estar por trás disso para que não se percam oportunidades.

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