O Projeto DIEM (Dynamic Images and Eye Movements) pode revolucionar a indústria do entretenimento, mostrando para os criadores de conteúdo para onde, afinal, a atenção do espectador está voltada.
Utilizando um software chamado CARPE (Computational and Algorithmic Representation and Processing of Eye-movements), que inclusive você pode baixar, o projeto captura o ponto para onde a visão está direcionada, procurando entender como enxergamos filmes, TV e mesmo eventos na vida real.
Montage of 4 Wimbledon Visualizations from TheDIEMProject on Vimeo.
Fonte: http://thediemproject.wordpress.com/
É o blog do Emanuel!!!
Aqui serão postados assuntos diversos: viagens, informática e tecnologia de uma forma geral.
Como sou professor e trabalho com Computação em Nuvens (Cloud Computing), muitas vezes os posts serão sobre assuntos relacionados ao mundo acadêmico, como congressos. Mas tem de tudo um pouco!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
The Ice Book
Vídeo bem legal onde um jogo de projeções é realizado!
The Ice Book (HD) from Davy and Kristin McGuire on Vimeo.
Fonte: http://www.theicebook.com/Home.html
The Ice Book (HD) from Davy and Kristin McGuire on Vimeo.
Fonte: http://www.theicebook.com/Home.html
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Projeto Ganglia
Ganglia (http://ganglia.sourceforge.net/) é um sistema de monitoramento distribuído escalável para sistemas de computação de alto desempenho, como clusters e grades. É baseado em um projeto hierárquico orientado para federações de clusters. Ele aproveita amplamente tecnologias como XML para representação de dados e RRDtool para armazenamento de dados e visualização.
Ele usa cuidadosamente estruturas de dados e algoritmos para alcançar baixo overhead por nó e alta concorrência. A aplicação é robusta, tendo sido portada para um extenso conjunto de sistemas operacionais e arquiteturas de processador, e está atualmente em uso em milhares de clusters ao redor do mundo. Tem sido usada para ligar clusters em universidades em todo o mundo e pode evoluir para lidar com clusters com 2000 nós.
Ele usa cuidadosamente estruturas de dados e algoritmos para alcançar baixo overhead por nó e alta concorrência. A aplicação é robusta, tendo sido portada para um extenso conjunto de sistemas operacionais e arquiteturas de processador, e está atualmente em uso em milhares de clusters ao redor do mundo. Tem sido usada para ligar clusters em universidades em todo o mundo e pode evoluir para lidar com clusters com 2000 nós.
Quer ver funcionando ?
OpenNebula 2.2
Mais uma nova versão do OpenNebula será lançada. Dessa vez ela veio com tudo, pois agregou algumas funcionalidades gráficas para administração e monitoramento.
Novas funcionalidade para tolerância a falhas e gerenciamento de máquinas virtuais no datacenter.
Além disso, uma integração com o Ganglia (http://ganglia.sourceforge.net/).
Além disso, ele traz a primeira versão do OpenNebula Sunstone, um novo centro de operações da nuvem que vai simplificar a gestão de operações típicas em nuvens privadas e infra-estruturas híbridas.
Fonte: http://blog.opennebula.org/
Novas funcionalidade para tolerância a falhas e gerenciamento de máquinas virtuais no datacenter.
Além disso, uma integração com o Ganglia (http://ganglia.sourceforge.net/).
Além disso, ele traz a primeira versão do OpenNebula Sunstone, um novo centro de operações da nuvem que vai simplificar a gestão de operações típicas em nuvens privadas e infra-estruturas híbridas.
Fonte: http://blog.opennebula.org/
Certificação PMP (Project Management Professional)
Finalmente renovei minha certificação PMP (Project Management Professional)
Tive que desembolsar alguns dólares, mas ela está valendo por mais 3 anos.
Para quem não sabe, a certificação PMP é emitida por um instituto, o PMI (Project Management Institute - http://www.pmi.org/).
Segundo a wikipedia:
A Certificação Project Management Professional (PMP - Profissional de Gerência de Projetos) é um documento emitido pelo Project Management Institute (PMI) que atesta profundos conhecimentos nas boas práticas de gerenciamento de projetos, responsabilidade social e ética
É provavelmente a mais reconhecida pelo mercado entre as oferecidas pelo programa de Certificações Profissionais do Instituto e também a de maior destaque mundial no que tange à Gerência de Projetos.
O seu objetivo é dar reconhecimento público de que o profissional certificado tem excelentes conhecimentos e grande experiência na Gerência de Projetos na forma preconizada pelo PMI na norma PMBOK.
Para obtê-la é necessário ao profissional, além de ser aprovado no Exame de Certificação PMP que inclui 200 perguntas de múltipla escolha, aderir ao Código de Conduta Profissional e cumprir uma série de requisitos quanto à educação formal em Gerência de Projetos e à experiência na área.
Tive que desembolsar alguns dólares, mas ela está valendo por mais 3 anos.
Para quem não sabe, a certificação PMP é emitida por um instituto, o PMI (Project Management Institute - http://www.pmi.org/).
Segundo a wikipedia:
A Certificação Project Management Professional (PMP - Profissional de Gerência de Projetos) é um documento emitido pelo Project Management Institute (PMI) que atesta profundos conhecimentos nas boas práticas de gerenciamento de projetos, responsabilidade social e ética
É provavelmente a mais reconhecida pelo mercado entre as oferecidas pelo programa de Certificações Profissionais do Instituto e também a de maior destaque mundial no que tange à Gerência de Projetos.
O seu objetivo é dar reconhecimento público de que o profissional certificado tem excelentes conhecimentos e grande experiência na Gerência de Projetos na forma preconizada pelo PMI na norma PMBOK.
Para obtê-la é necessário ao profissional, além de ser aprovado no Exame de Certificação PMP que inclui 200 perguntas de múltipla escolha, aderir ao Código de Conduta Profissional e cumprir uma série de requisitos quanto à educação formal em Gerência de Projetos e à experiência na área.
Mini-cursos para o X SBQS
Mini-cursos confirmados para os SBQS 2011, que ocorrerá em Curitiba, PR (6 a 10 de junho):
MC1 - Análise Causal de Defeitos de Software
MC2 - Linhas de Processo de Software: Conceitos, Técnicas e Ferramentas
MC3 - Engenharia de Requisitos Orientada a Metas
MC4 - Experimentação em Engenharia de Software: Fundamentos e Conceitos
MC5 - Ontologias: Teoria e Aplicações em Qualidade de Software
MC6 - Pesquisa em Qualidade de Software: da Concepção ao Relato
MC7 - Avaliação de Qualidade de Linha de Produto de Software baseada em Arquitetura e Métricas
Se eu fosse, tentaria participar do MC4 e o MC5
MC4 - EXPERIMENTAÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE: FUNDAMENTOS E CONCEITOS
Um dos grandes interesses nos estudos experimentais é a crescente visão popular de que a Engenharia de Software deve ter fortes fundamentos de uma disciplina científica de engenharia, e que as técnicas para melhorar o desenvolvimento de software, sistemas e para a evolução dos processos deva estar disponível aos profissionais.
Neste sentido, este mini-curso visa apresentar algumas possibilidades de utilização do método científico (experimentação)e seus diferentes tipos de estudos primários no contexto da Engenharia de Software para a geração de conhecimento relacionado a tecnologias e processos de software. De maneira a apoiar as discussões, experiências e exemplos extraídos da realização de estudos experimentais serão apresentados. Em particular, processos de experimentação e tecnologias de software voltadas para garantir a qualidade do produto (técnicas de inspeção) e melhoria do processo desenvolvidas com base em experimentação serão exploradas.
MC5 - ONTOLOGIAS: TEORIA E APLICAÇÕES EM QUALIDADE DE SOFTWARE
O mini-curso de Ontologias introduz o tema discutindo a sua importância e motivação. São apresentadas as principais definições para ontologias, assim como os seus componentes, as diferentes classificações e os princípios que devem ser seguidos para a sua construção. Em seguida são discutidas as metodologias, ferramentas e linguagens mais relevantes para o seu desenvolvimento. O desenvolvimento de parte de uma ontologia será exemplificado, utilizando a Ferramenta Protégé, assim como a sua inferência utilizando a máquina de inferência Pellet. Brevemente serão discutidos o mapeamento e a aprendizagem de ontologias. Por fim serão apresentadas aplicações de ontologias em diversas áreas, com ênfase na engenharia de software e, mais especificamente, na qualidade de software.
MC1 - Análise Causal de Defeitos de Software
MC2 - Linhas de Processo de Software: Conceitos, Técnicas e Ferramentas
MC3 - Engenharia de Requisitos Orientada a Metas
MC4 - Experimentação em Engenharia de Software: Fundamentos e Conceitos
MC5 - Ontologias: Teoria e Aplicações em Qualidade de Software
MC6 - Pesquisa em Qualidade de Software: da Concepção ao Relato
MC7 - Avaliação de Qualidade de Linha de Produto de Software baseada em Arquitetura e Métricas
Se eu fosse, tentaria participar do MC4 e o MC5
MC4 - EXPERIMENTAÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE: FUNDAMENTOS E CONCEITOS
Um dos grandes interesses nos estudos experimentais é a crescente visão popular de que a Engenharia de Software deve ter fortes fundamentos de uma disciplina científica de engenharia, e que as técnicas para melhorar o desenvolvimento de software, sistemas e para a evolução dos processos deva estar disponível aos profissionais.
Neste sentido, este mini-curso visa apresentar algumas possibilidades de utilização do método científico (experimentação)e seus diferentes tipos de estudos primários no contexto da Engenharia de Software para a geração de conhecimento relacionado a tecnologias e processos de software. De maneira a apoiar as discussões, experiências e exemplos extraídos da realização de estudos experimentais serão apresentados. Em particular, processos de experimentação e tecnologias de software voltadas para garantir a qualidade do produto (técnicas de inspeção) e melhoria do processo desenvolvidas com base em experimentação serão exploradas.
MC5 - ONTOLOGIAS: TEORIA E APLICAÇÕES EM QUALIDADE DE SOFTWARE
O mini-curso de Ontologias introduz o tema discutindo a sua importância e motivação. São apresentadas as principais definições para ontologias, assim como os seus componentes, as diferentes classificações e os princípios que devem ser seguidos para a sua construção. Em seguida são discutidas as metodologias, ferramentas e linguagens mais relevantes para o seu desenvolvimento. O desenvolvimento de parte de uma ontologia será exemplificado, utilizando a Ferramenta Protégé, assim como a sua inferência utilizando a máquina de inferência Pellet. Brevemente serão discutidos o mapeamento e a aprendizagem de ontologias. Por fim serão apresentadas aplicações de ontologias em diversas áreas, com ênfase na engenharia de software e, mais especificamente, na qualidade de software.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
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